Próstata – O que é? Qual a sua função?

0 17 novembro 2017

A próstata é uma glândula do tamanho de uma noz, que está situada logo abaixo da bexiga e é atravessada pelo canal uretral. Devido a esta relação, patologias que acometem a próstata podem levar a manifestações urinárias e problemas de micção. A próstata tem uma importante função na fase reprodutiva. Nesse período, ela produz parte do líquido seminal que serve para nutrir e transportar os espermatozoides provenientes dos testículos. Por dentro da próstata passa a uretra, canal que drena a urina da bexiga em direção ao pênis. Também por dentro passam os vasos deferentes, que são os canais que trazem os espermatozoides produzidos pelos testículos. Os vasos deferentes desembocam na uretra no interior da próstata. A próstata, apesar de ser um órgão importante, cuja principal função é a proteção dos espermatozoides no líquido ejaculado, não é essencial para a vida. Pacientes com doenças graves, como o câncer da próstata, podem ter essa glândula retirada cirurgicamente, sem que isso necessariamente acarrete maiores transtornos.  

Qual a função da próstata?

A principal função da próstata é produzir uma secreção que sirva de proteção para os espermatozoides. O líquido prostático corresponde a cerca de 30% do volume do esperma ejaculado; é ele quem dá ao esperma a sua aparência leitosa. Os espermato

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1 8 novembro 2017

A Alopécia é uma doença caracterizada pela perda de cabelos do couro cabeludo ou de qualquer outra região do corpo. Nesta doença, o cabelo cai em grandes quantidades em determinadas áreas, proporcionando a visualização do couro cabeludo ou da pele que antes era coberta por cabelos ou pelos corporais. Ela possui diversas causas e, consequentemente, diversas formas de tratamento. Em alguns casos, pode haver perda total de todos os pelos do corpo, inclusive cílios. Esse problema é comum em cerca de 1 a 2% da população.  

Tipos de alopecia:

  • Alopecia areata: causada por fatores auto imunes ou sistema emocional abalado, caracterizada por intensa queda de cabelo em determinadas áreas.
  • Androgenética: também chamada de calvície, é causada por fatores genéticos, associados à taxa de testosterona na corrente sanguínea, e por isso é mais frequente nos homens;
  • Traumática: causada pelo fato do indivíduo ter o hábito de arrancar os fios de cabelos constantemente ou por traumatismos na cabeça;
  • Devido ao efeito colateral de medicamentos, como, por exemplo, os utilizados no combate ao câncer;
  • Seborreica: causada por uma dermatite, que pode ser tratada com o uso de medicamentos;
  • Eflúvio

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0 27 outubro 2017

A Doença de Crohn é uma doença inflamatória séria do trato gastrointestinal, que afeta predominantemente a parte inferior do intestino delgado (íleo) e intestino grosso (cólon), mas pode afetar qualquer parte do trato gastrointestinal, ou seja, desde a boca até o ânus. É uma doença inflamatória crônica do intestino, não contagiosa. Esse processo inflamatório é extremamente invasivo e compromete todas as camadas da parede intestinal: mucosa, submucosa, muscular e serosa. Apesar da causa exata da doença ainda ser desconhecida, não são descartadas as hipóteses de que seja provocada pela desregulação do sistema imunológico, ou seja, do sistema de defesa do organismo. Fatores genéticos, ambientais, dietéticos ou infecciosos também podem estar envolvidos. Quando não é tratada, essa condição pode causar complicações graves devido à má absorção de nutrientes importantes e às respostas autoimunes/inflamatórias que degenera o tecido saudável em todo o corpo.  

Evolução da Doença:

O curso da doença de Crohn é imprevisível. Alguns pacientes não têm nenhum sintoma até que ocorre um surto ou começam a surgir reclamações, que se modificam ao longo de um período. A reação é diferente sempre, porque a doença de Crohn não progride da mesma maneira em todos os pacientes, o que também dificulta o diagnóstico

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0 10 outubro 2017

Com o objetivo de conscientizar a população sobre os riscos do câncer de mama, o Outubro Rosa é um movimento que ocorre em diversos países e que vem se fortificando a cada ano. Uma pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha, mostrou que 15% das brasileiras com idade entre 40 e 69 anos nunca fizeram a mamografia – principal exame para detectar o tumor. Reunimos os maiores mitos e fatos envolvendo o câncer de mama que circulam por aí, causando dúvida principalmente entre as mulheres. Conheça uma lista com alguns deles:   1 – Qualquer tumor na mama é um câncer? Mito – Varia de caso pra caso. Um tumor é caracterizado pelo aumento considerável no volume de alguma parte do corpo. Desde que este aumento ocorra de forma organizada e não atinja tecidos vizinhos, este tumor é definido como benigno, logo, não se trata de um câncer, e sim de uma hiperplasia. De qualquer forma, é sempre recomendado manter um acompanhamento médico.   2 – Não tenho histórico familiar. Nunca terei tumores nos seios. Mito – Nenhuma mulher está imune ao câncer de mama. O risco básico de qualquer mulher desenvolver esse tipo de tumor é de 12%, mesmo sem casos na família. Uma em cada oito brasileiras de até 70 anos vai ter a doença.   3 – Apenas as mulheres podem ter câncer de mama.

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1 15 setembro 2017

A hiper e a hipotensão são dois transtornos na pressão do sangue nas artérias, e é preciso muita atenção aos seus sintomas. A pressão arterial é um indicador da perfusão sanguínea tecidual e pode ser prejudicial para o organismo se estiver muito acima ou muito abaixo do normal, geralmente, 120 x 80 mmHg. Para saber identificar uma queda ou alta de pressão arterial é preciso entender um pouco sobre o que causa essas variações e como tratá-las adequadamente.  

Diferenças entre pressão alta e baixa

Outros sintomas que podem ajudar a distinguir a pressão alta da pressão baixa incluem:

Sintomas de pressão alta Sintomas de pressão baixa
Visão dupla ou embaçada Visão turva
Zumbido nos ouvidos Boca seca
Dor na nuca Sonolência ou sensação de desmaio

 

Hipotensão arterial:

A hipotensão arterial, ou pressão baixa, costuma gerar sintomas quando a pressão sistólica está abaixo de 90mm de Hg. Mas tem gente que passa mal com a pressão normal ou até mesmo com hipertensão! Tudo depende da pressão que o corpo está acostumada, então uma pessoa com hipertensão de 170×120 mmHg po

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0 16 agosto 2017

Causa comum e importante de morbidade e mortalidade na terceira idade, a fratura está relacionada com a maior propensão a queda, intensidade do trauma e a resistência óssea. As fraturas são complicações mais graves em pessoas idosas, pois a idade avançada os deixa muito mais frágeis devido à menor disposição de cálcio nos ossos, tornando os ossos mais quebradiços. Dessa forma, até mesmo quedas bobas podem causar uma fratura óssea ou trazer outras complicações. Segundo dados do Ministério da Saúde, as quedas são responsáveis por mais de 61% das admissões de idosos em pronto-socorro. Estima-se que 1 em cada 3 indivíduos com mais de 65 anos sofrerá pelo menos uma queda ao longo da vida. Fatores de risco:

  • Artrose e artrite.
  • Osteopenia e osteoporose.
  • Uso de órteses e próteses.
  • Queda.
  • Desmaios.
  • Hipotensão ortostática.
  • Diminuição dos reflexos.
  • Doenças neurológicas.
  • Metástase óssea.
  • Linfoma e mieloma.
  • Diminuição da visão.
  • Medicamentos.

Certos tipos de fraturas aumentam com o avanço da idade, principalmente quadril, corpo vertebral, úmero proximal, tíbia, punho, ramos púbicos, todos envolvendo com predominância o osso trabecular. As quedas são as causas mais comuns, correspondendo a cerca de 90% das fraturas d

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0 9 agosto 2017

Toda mulher que teve ou tem vida sexual deve consultar o ginecologista uma vez por ano para se submeter a uma avaliação clínica que inclui o exame de toque, o exame pélvico e a coleta do material para o Papanicolaou. O exame interno ou pélvico, aquele feito com ajuda do espéculo, permite ao médico coletar material e observar o colo do útero, como se chama a entrada do órgão, atrás de sinais de corrimentos indesejáveis, de doenças.e suspeita de câncer. O câncer cervical, também chamado de câncer de colo do útero ainda afeta muitas brasileiras. No exame de toque com apalpação abdominal o ginecologista consegue perceber se existe alguma irregularidade nos ovários, trompas de falópio e no útero Os casos em que o exame pélvico deve ser repetido em menos de um ano:

  • Sangramento fora das menstruações ou fluxo menstrual muito intenso
  • Sangramento após a menopausa
  • Irritação ou coceira nos genitais ou corrimentos suspeitos
  • Dor e sangramento durante a relação sexual
  • Presença de sinais estranhos como manchas, verrugas ou vermelhidão na vulva (a região da entrada da vagina).

  Rotina de exames: A prevenção de saúde para mulheres sexualmente ativas inclui além da consulta ao ginecologista, uma agenda de exames que deve ser observada com acompanhamento médico. Só o clínico é c

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0 13 julho 2017

A doença celíaca é uma reação imunológica ao glúten que causa uma inflamação grave no intestino e que pode levar à desnutrição por má absorção de nutrientes. É uma condição crônica, autoimune, que afeta o intestino delgado de adultos e crianças geneticamente predispostos. A doença causa atrofia da mucosa do intestino, causando prejuízo na absorção dos nutrientes, sais minerais e água. No mundo, estima-se que de 1% a 2% da população tenha doença celíaca, um percentual bem superior ao registrado na década de 1970, que ficava na casa de 0,03%. Entre os especialistas não existe um consenso sobre a causa desse aumento.   Sintomas: Os sinais de doença celíaca podem variar de acordo com a idade. Na infância, os indicadores mais comuns são diarreia, irritabilidade, falta de apetite, inchaço na região abdominal, vômitos, prisão de ventre e baixa estatura. Em adultos, é comum observar crises de diarreia com dor e desconforto abdominal. Os sintomas, porém, nem sempre aparecem no trato gastrointestinal; outros indícios da doença são anemia devido a deficiência de ferro, dermatite e osteoporose. O diagnóstico é feito em duas etapas. Primeiro, exames de sangue podem detectar a presença dos genes HLA-DQ2 e do HLA-DQ8 ou de anticorpos contra a gliadina. Para confirmar a suspeita, o médico à s vezes pede uma biópsia do t

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0 4 julho 2017

Um estudo australiano, realizado por pesquisadores da Universidade de Sydney, descobriu que o risco de ter um ataque cardíaco aumenta em até 17 vezes depois de um quadro de infecção respiratória, como pneumonia, gripe ou bronquite. A pesquisa, publicada no Internal Medicine Journal, analisou 578 pacientes que sofreram um infarto como consequência do bloqueio de uma artéria coronária. Para entender essa relação, os médicos questionaram os pacientes se haviam apresentado dor de garganta, tosse, febre, dor no seio, sintomas de gripe, ou se eles declararam ter sido diagnóstico de pneumonia ou bronquite nos dias que antecederam problema no coração. Além disso, também foram observados pessoas com infecções no trato respiratório, incluindo gripe, faringite, rinite e sinusite. “Os dados mostram que este risco não aumenta necessariamente logo após o surgimento dos sintomas da infecção, mas sim nos primeiros sete dias, e se mantém elevado durante um mês, apesar de uma redução gradativa”, comentou o pesquisador. Os resultados indicaram que 17% dos voluntários da pesquisa relataram sintomas de infecção respiratória dentro de sete dias antes do ataque cardíaco e 21% descreveram sintomas por volta de 31 dias antes. Já os pacientes que tiveram infecções menos graves do trato respiratório superior, que afetam as vias aéreas, nariz e garganta, o risco foi 13

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0 29 maio 2017

A epilepsia é uma doença do sistema nervoso central onde ocorrem intensas descargas elétricas que não podem ser controladas pela própria pessoa, causando sintomas como movimentos descontrolados do corpo e mordida da língua, por exemplo. É uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Se ficarem restritos, a crise será chamada parcial; se envolverem os dois hemisférios cerebrais, generalizada.  

Causas da Epilepsia

Pode estar relacionada com lesão no cerebral, decorrente de traumatismo na cabeça, infecção (meningite, por exemplo), neurocisticercose (“ovos de solitária” no cérebro), abuso de bebidas alcoólicas, de drogas, etc. Às vezes, algo que ocorreu antes ou durante o parto. As causas que deram origem à epilepsia muitas vezes não são identificas encontrando-se em alguns casos “cicatrizes” cerebrais de causa ignorada.  

Sintomas da Epilepsia

Os sintomas mais comuns de uma crise epilética são:

  • Perda da consciência;
  • Contrações dos músculos;
  • Mordida da língua;
  • Incontinência urinária;
  • Confusão mental.

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