Mitos e verdades sobre o Câncer de Mama

0 10 outubro 2017

Com o objetivo de conscientizar a população sobre os riscos do câncer de mama, o Outubro Rosa é um movimento que ocorre em diversos países e que vem se fortificando a cada ano. Uma pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha, mostrou que 15% das brasileiras com idade entre 40 e 69 anos nunca fizeram a mamografia – principal exame para detectar o tumor. Reunimos os maiores mitos e fatos envolvendo o câncer de mama que circulam por aí, causando dúvida principalmente entre as mulheres. Conheça uma lista com alguns deles:   1 – Qualquer tumor na mama é um câncer? Mito – Varia de caso pra caso. Um tumor é caracterizado pelo aumento considerável no volume de alguma parte do corpo. Desde que este aumento ocorra de forma organizada e não atinja tecidos vizinhos, este tumor é definido como benigno, logo, não se trata de um câncer, e sim de uma hiperplasia. De qualquer forma, é sempre recomendado manter um acompanhamento médico.   2 – Não tenho histórico familiar. Nunca terei tumores nos seios. Mito – Nenhuma mulher está imune ao câncer de mama. O risco básico de qualquer mulher desenvolver esse tipo de tumor é de 12%, mesmo sem casos na família. Uma em cada oito brasileiras de até 70 anos vai ter a doença.   3 – Apenas as mulheres podem ter câncer de mama.

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0 15 setembro 2017

A hiper e a hipotensão são dois transtornos na pressão do sangue nas artérias, e é preciso muita atenção aos seus sintomas. A pressão arterial é um indicador da perfusão sanguínea tecidual e pode ser prejudicial para o organismo se estiver muito acima ou muito abaixo do normal, geralmente, 120 x 80 mmHg. Para saber identificar uma queda ou alta de pressão arterial é preciso entender um pouco sobre o que causa essas variações e como tratá-las adequadamente.  

Diferenças entre pressão alta e baixa

Outros sintomas que podem ajudar a distinguir a pressão alta da pressão baixa incluem:

Sintomas de pressão alta Sintomas de pressão baixa
Visão dupla ou embaçada Visão turva
Zumbido nos ouvidos Boca seca
Dor na nuca Sonolência ou sensação de desmaio

 

Hipotensão arterial:

A hipotensão arterial, ou pressão baixa, costuma gerar sintomas quando a pressão sistólica está abaixo de 90mm de Hg. Mas tem gente que passa mal com a pressão normal ou até mesmo com hipertensão! Tudo depende da pressão que o corpo está acostumada, então uma pessoa com hipertensão de 170×120 mmHg po

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0 16 agosto 2017

Causa comum e importante de morbidade e mortalidade na terceira idade, a fratura está relacionada com a maior propensão a queda, intensidade do trauma e a resistência óssea. As fraturas são complicações mais graves em pessoas idosas, pois a idade avançada os deixa muito mais frágeis devido à menor disposição de cálcio nos ossos, tornando os ossos mais quebradiços. Dessa forma, até mesmo quedas bobas podem causar uma fratura óssea ou trazer outras complicações. Segundo dados do Ministério da Saúde, as quedas são responsáveis por mais de 61% das admissões de idosos em pronto-socorro. Estima-se que 1 em cada 3 indivíduos com mais de 65 anos sofrerá pelo menos uma queda ao longo da vida. Fatores de risco:

  • Artrose e artrite.
  • Osteopenia e osteoporose.
  • Uso de órteses e próteses.
  • Queda.
  • Desmaios.
  • Hipotensão ortostática.
  • Diminuição dos reflexos.
  • Doenças neurológicas.
  • Metástase óssea.
  • Linfoma e mieloma.
  • Diminuição da visão.
  • Medicamentos.

Certos tipos de fraturas aumentam com o avanço da idade, principalmente quadril, corpo vertebral, úmero proximal, tíbia, punho, ramos púbicos, todos envolvendo com predominância o osso trabecular. As quedas são as causas mais comuns, correspondendo a cerca de 90% das fraturas d

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0 9 agosto 2017

Toda mulher que teve ou tem vida sexual deve consultar o ginecologista uma vez por ano para se submeter a uma avaliação clínica que inclui o exame de toque, o exame pélvico e a coleta do material para o Papanicolaou. O exame interno ou pélvico, aquele feito com ajuda do espéculo, permite ao médico coletar material e observar o colo do útero, como se chama a entrada do órgão, atrás de sinais de corrimentos indesejáveis, de doenças.e suspeita de câncer. O câncer cervical, também chamado de câncer de colo do útero ainda afeta muitas brasileiras. No exame de toque com apalpação abdominal o ginecologista consegue perceber se existe alguma irregularidade nos ovários, trompas de falópio e no útero Os casos em que o exame pélvico deve ser repetido em menos de um ano:

  • Sangramento fora das menstruações ou fluxo menstrual muito intenso
  • Sangramento após a menopausa
  • Irritação ou coceira nos genitais ou corrimentos suspeitos
  • Dor e sangramento durante a relação sexual
  • Presença de sinais estranhos como manchas, verrugas ou vermelhidão na vulva (a região da entrada da vagina).

  Rotina de exames: A prevenção de saúde para mulheres sexualmente ativas inclui além da consulta ao ginecologista, uma agenda de exames que deve ser observada com acompanhamento médico. Só o clínico é c

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0 13 julho 2017

A doença celíaca é uma reação imunológica ao glúten que causa uma inflamação grave no intestino e que pode levar à desnutrição por má absorção de nutrientes. É uma condição crônica, autoimune, que afeta o intestino delgado de adultos e crianças geneticamente predispostos. A doença causa atrofia da mucosa do intestino, causando prejuízo na absorção dos nutrientes, sais minerais e água. No mundo, estima-se que de 1% a 2% da população tenha doença celíaca, um percentual bem superior ao registrado na década de 1970, que ficava na casa de 0,03%. Entre os especialistas não existe um consenso sobre a causa desse aumento.   Sintomas: Os sinais de doença celíaca podem variar de acordo com a idade. Na infância, os indicadores mais comuns são diarreia, irritabilidade, falta de apetite, inchaço na região abdominal, vômitos, prisão de ventre e baixa estatura. Em adultos, é comum observar crises de diarreia com dor e desconforto abdominal. Os sintomas, porém, nem sempre aparecem no trato gastrointestinal; outros indícios da doença são anemia devido a deficiência de ferro, dermatite e osteoporose. O diagnóstico é feito em duas etapas. Primeiro, exames de sangue podem detectar a presença dos genes HLA-DQ2 e do HLA-DQ8 ou de anticorpos contra a gliadina. Para confirmar a suspeita, o médico à s vezes pede uma biópsia do t

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0 4 julho 2017

Um estudo australiano, realizado por pesquisadores da Universidade de Sydney, descobriu que o risco de ter um ataque cardíaco aumenta em até 17 vezes depois de um quadro de infecção respiratória, como pneumonia, gripe ou bronquite. A pesquisa, publicada no Internal Medicine Journal, analisou 578 pacientes que sofreram um infarto como consequência do bloqueio de uma artéria coronária. Para entender essa relação, os médicos questionaram os pacientes se haviam apresentado dor de garganta, tosse, febre, dor no seio, sintomas de gripe, ou se eles declararam ter sido diagnóstico de pneumonia ou bronquite nos dias que antecederam problema no coração. Além disso, também foram observados pessoas com infecções no trato respiratório, incluindo gripe, faringite, rinite e sinusite. “Os dados mostram que este risco não aumenta necessariamente logo após o surgimento dos sintomas da infecção, mas sim nos primeiros sete dias, e se mantém elevado durante um mês, apesar de uma redução gradativa”, comentou o pesquisador. Os resultados indicaram que 17% dos voluntários da pesquisa relataram sintomas de infecção respiratória dentro de sete dias antes do ataque cardíaco e 21% descreveram sintomas por volta de 31 dias antes. Já os pacientes que tiveram infecções menos graves do trato respiratório superior, que afetam as vias aéreas, nariz e garganta, o risco foi 13

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0 29 maio 2017

A epilepsia é uma doença do sistema nervoso central onde ocorrem intensas descargas elétricas que não podem ser controladas pela própria pessoa, causando sintomas como movimentos descontrolados do corpo e mordida da língua, por exemplo. É uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Se ficarem restritos, a crise será chamada parcial; se envolverem os dois hemisférios cerebrais, generalizada.  

Causas da Epilepsia

Pode estar relacionada com lesão no cerebral, decorrente de traumatismo na cabeça, infecção (meningite, por exemplo), neurocisticercose (“ovos de solitária” no cérebro), abuso de bebidas alcoólicas, de drogas, etc. Às vezes, algo que ocorreu antes ou durante o parto. As causas que deram origem à epilepsia muitas vezes não são identificas encontrando-se em alguns casos “cicatrizes” cerebrais de causa ignorada.  

Sintomas da Epilepsia

Os sintomas mais comuns de uma crise epilética são:

  • Perda da consciência;
  • Contrações dos músculos;
  • Mordida da língua;
  • Incontinência urinária;
  • Confusão mental.

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0 6 abril 2017

Os principais sintomas de imunidade baixa estão relacionados com a diminuição das defesas do organismo contra parasitas como vírus, bactérias e fungos, que acabam causando doenças frequentes. O sistema imunológico é formado pelas células de defesa e por  barreiras físicas no corpo, como a pele e a acidez do estômago, que atuam evitando a entrada de micro-organismos ou combatendo infecções quando o organismo fica doente. A baixa imunidade pode ter causa primária, que é quando o indivíduo nasce com predisposição genética. Há, no entanto, pessoas saudáveis que em um determinado momento, expõem-se a situações que resultam na dificuldade do corpo em manter o equilíbrio e funcionamento do sistema imunológico. Algumas doenças diminuem naturalmente a imunidade do organismo, como AIDS, lúpus, câncer, anemia, obesidade, desnutrição e alcoolismo. Além disso, o sistema imunológico também pode ficar comprometido com o uso de corticoides, medicamentos imunossupressores, que são usados em transplantes de órgãos, durante o tratamento para câncer ou com o uso prolongado de alguns remédios anti-inflamatórios, como a Dipirona. E que situações são essas que podem causar a baixa imunidade? Elas variam muito e vão desde maus hábitos a alguns tratamentos específicos como o uso de medicamentos que interfe

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0 2 abril 2017

A insuficiência cardíaca, também chamada de insuficiência cardíaca congestiva, é uma doença na qual o coração não consegue mais bombear sangue suficiente para o resto do corpo, não conseguindo suprir as suas necessidades.  

Tipos

A insuficiência cardíaca pode ser dividida principalmente em dois tipos:

  • Insuficiência cardíaca sistólica: ocorre quando o músculo cardíaco não consegue bombear ou ejetar o sangue para fora do coração adequadamente
  • Insuficiência cardíaca diastólica: os músculos do coração ficam rígidos e não se enchem de sangue facilmente

Ambos problemas têm uma coisa em comum: o coração não consegue mais bombear sangue suficiente rico em oxigênio para o resto do corpo.  

Causas

A insuficiência cardíaca é uma doença crônica de longo prazo, embora possa, às vezes, se desenvolver repentinamente. Ela pode afetar apenas um dos lados do coração, sendo chamada, dependendo do caso, de insuficiência cardíaca direita ou insuficiência cardíaca esquerda. Mesmo que ela se desenvolva em somente um lado do coração, ambos os lados acabam sendo afetados conforme o tempo vai passando. Como a função de bombeamento do coração está comprometida, o sangue pode retornar a outras áreas do corpo, acumulando-se, por exemplo, nos pulmões, fígado, trato gastrointestinal, braços e per

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0 17 março 2017

Para pesquisadores, oferecer sopas de vegetais é melhor do que dar produto à base de arroz para bebês, como fazem britânicos. Legumes e verduras raramente figuram entre os alimentos favoritos das crianças. Para reverter esse cenário, um novo estudo sugere que é crucial dar legumes e verduras assim que a criança começar a comer. De acordo com a pesquisa, publicada no “British Journal of Nutrition”, dar legumes e verduras para crianças nas duas primeiras semanas em que ela começa a comer é crucial para que ela goste desses alimentos no futuro. O objetivo do estudo era analisar o impacto das recomendações sobre alimentação para bebês dada pelo governo e por médicos nos três países onde ele foi feito: Grã-Bretanha, Portugal e Grécia. “Evidências sugerem que introduzir legumes e verduras no começo da vida dos bebês pode ter implicações importantes na sua saúde futura”, afirma o estudo, chamado An exploratory trial of parental advice for increasing vegetable acceptance in infancy (“um teste de recomendações aos pais para aumentar a aceitação de vegetais na infância”), feito em conjunto pelas universidades do Porto, de Atenas e da College of London. “É possível começar a gostar de alimentos, como verduras e legumes, simplesmente por experimentá-los várias vezes. Crianças mais velhas (ou adultos) podem demorar até 1

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